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Destinos Incríveis

São tantas histórias que dá até medo ir à Ilha do Medo

O lugar é envolta em mistérios, e por isso mesmo atrai a atenção de baianos e turistas, movidos pela curiosidade e por desvendar a lenda que diz que o lugar ganhou o nome de Ilha do Medo, porque ficou assombrado após abrigar um asilo para onde eram levados doentes terminais de lepra e cólera-morbo, na época do Brasil Colonial.

Postado em: 08/02/2019
Por: Adilson Fonsêca

Ela é a primeira Estação Ecológica da Baía de Todos os Santos, tombada oficialmente por lei municipal em 1991, mas tem tantas histórias e lendas que merece um capítulo à parte.

O seu nome Ilha do Medo nada tem de assustador para quem faz um passeio pela baía e se depara com uma das menores ilhas no entorno de Salvador. Mas se der ouvidos ao que falam dela… melhor nem ancorar. Ou pior: passar a noite por lá.

O mistério e as lendas estão presentes todo o tempo. O lugar é envolto em mistérios e por isso mesmo atrai a atenção de baianos e turistas, movidos pela curiosidade e por desvendar a lenda que diz que o espaço ganhou o nome de Ilha do Medo, porque ficou assombrado após abrigar um asilo para onde eram levados doentes terminais de lepra e cólera-morbo, na época do Brasil Colonial.

Outra lenda diz que um padre da comarca de Itaparica teria recebido dinheiro para celebrar missa e não o fez. Após sua morte, sua alma passou a residir na ilha, convidando os pescadores que passavam pelo local para assistir à celebração da tal missa.

Outras histórias dão conta de que, quando os holandeses vieram invadir a Baía de Todos os Santos, confundiram a silhueta da ilha do Medo com a de uma nau portuguesa e bateram em retirada.

Dizem, também, que os negros faziam trabalhos de candomblé para amedrontar os brancos da região e, em resposta, os jesuítas teriam colocado gatos selvagens no local.

O fato é que, com ou sem lendas, a Ilha do Medo é um paraíso ecológico, onde pescadores aportam e visitantes podem usufruir da bela paisagem e de um gostoso banho de mar nesse reduto tão místico, mas com um detalhe: o desembarque só é possível com a maré cheia, condição também para o banho de mar e atracação dos barcos.

Como não possui fonte de água doce, a ilha é na maior parte  formada por restinga e manguezais, tendo apenas uma ruína do século XIX , que abrigou uma guarnição militar. Se você quer se arriscar, leve alguns litros de água doce e nada de deixar garrafas e lixo por lá.

 

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