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A Bahia é terra de cultura clássica e moderna

Publicado em: 01/07/2019
Por: Adilson Fonsêca


Entre um banho de mar, uma roda de capoeira, uma festa popular ou saborear um acarajé, a cultura tem espaço no roteiro de quem visita a Bahia. E a visita a três importantes museus em Salvador é parte obrigatória em qualquer tour pela cidade.

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) está localizado no Solar do Unhão, e compõe um sítio histórico do século XVI debruçado sobre as águas da Baía de Todos os Santo, às margens da Baía do mesmo nome, em Salvador. Fundado no início da década de 1960, inicialmente o MAM-BA localizava-se no Teatro Castro Alves, tendo mudado para o endereço atual no ano de 1963.

O MAM-BA possui um espaço técnico com serviços de conservação, restauro e museologia; oito salas de exposição; um teatro; uma biblioteca; e uma oficina de arte que oferece cursos abertos de pintura, técnicas de gravura, cerâmica, desenho, papel artesanal e escultura à toda comunidade.
Nas suas dependências podem ser encontradas pinturas, esculturas, fotografias e desenhos de artistas como Tarsila do Amaral, Portinari, Flávio de Carvalho, Di Cavalcanti, Rubem Valentim, Pancetti, Carybé, Mário Cravo e SanteScaldaferri.

O Museu de Arte da Bahia (MAB) estálocalizado no Corredor da Vitória, área nobre da cidade e foi fundado em 1918, sendo o mais antigo museu da Bahia e um dos dez primeiros fundados no Brasil. Estabelecido segundo o modelo de museu enciclopédico, sob a denominação de Museu do Estado, a instituição surgiu como depositária de um rico e vasto acervo histórico, etnográfico e científico da Bahia.
Possui um acervo composto por aproximadamente 5.000 obras de grande valor histórico e artístico, formado por meio da reunião de diversas coleções organizadas na Bahia desde meados do século XIX, como as de Jonathas Abbott e de Góis Calmon.

A coleção reúne pinturas da escola baiana e de artistas estrangeiros, datadas do século XVI em diante, imaginária do período colonial e um amplo conjunto de artes decorativas, com peças brasileiras, européiase orientais, além de uma biblioteca com cerca de 12.000 livros.
Mas se você quer dar um mergulho no tempo, daqueles de tirar o fôlego, a sugestão é o Museu de Arte Sacra da Universidade Federal da Bahia. O impacto vem logo pela suntuosidade do prédio, uma edificação centenária, de linhas clássicas.

Restaurado em 1958, já quase em ruína, após convênio com a Arquidiocese Salvador, recuperou todo o seu esplendor. A iniciativa foi do então reitor Edgard Santos, e só para você ter ideia de sua importância, é o maior centro de estudos da arte sacra da America Latina e o terceiro maior do mundo.
Entregue em 10 de agosto de 1959, por ocasião do IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros, passou a integrar a estrutura da UFBA como órgão suplementar.

O museu funciona nas instalações do antigo Convento de Santa Tereza, localizado na Rua do Sodré, bem no coração do Centro Antigo de Salvador, com acesso pela rua Carlos Gomes.
Parte das peças que integram o acervo do Museu de Arte Sacra são de propriedade da Arquidiocese de São Salvador, do Mosteiro de São Bento, da Irmandade do SS. Sacramento do Pilar, do Convento dos Perdões e de diversas igrejas, além da coleção Abelardo Rodrigues.

O Museu mantém exposição permanente do seu acervo, que abrange os séculos XVI, XVII, XVIII e parte do século XIX. Mas fique atento: o local não dos mais seguros, principalmente para chegar com vistosos equipamentos eletrônicos e fotográficos.

 

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