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Boipeba, um dos cenários mais bonitos na Península de Maraú e logo você vai estar aqui

Publicado em: 09/05/2020
Por: Adilson Fonsêca/Paulo Sampaio


Aguarde, porque essa quarentena vai passar, a pandemia vai embora e você terá de incluir esse paraíso no seu próximo roteiro de viagens. Essa é uma daquelas dicas infatíveis. Um lugar para ir e se apaixonar, não querer voltar mais. Que nos perdoem os cariocas, paulistas, pernambucanos e cearenses, mas quem tem as duas maiores baias do Brasil – Todos-os-Santos e Camamu – e a maior extensão litorânea do País – 1.100 quilômetros – não precisa procurar lá fora o que existe de mais belo na natureza.

E se dentro desse conjunto de belezas naturais ainda se tem uma península, como a de Maraú, com as paradisíacas Morro de São Paulo, Moreré, Barra Grande e Boipeba, aí não tem preço!

Boipeba, que fica no Arquipélago de Tinharé, onde também fica Morro de São Paulo. Pertencente ao município de Maraú, é conhecida pelas paisagens paradisíacas, com uma luminosidade estonteante graças à conjunção de sol, mar e rio e Mata Atlântica. E isso tudo a cerca de 100 quilômetros de Salvador, por via marítima, e a 356 quilômetros por terra.

A Ilha – A Ilha de Boipeba tem seu nome originário do tupy e significa tartaruga marinha, ou cobra chata. Fica no Arquipélago de Tinharé e está localizada entre o mar e o estuário do Rio do Inferno. Foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera e Patrimônio da Humanidade, passando a integrar a Área de Preservação Ambiental das Ilhas de Tinharé e Boipeba.

É um dos lugares mais antigos do Brasil, tendo sido colonizada em 1537, quando os padres jesuítas fundaram a Aldeia e Residência de Boipeba. A ilha é formada pelos povoados de Velha Boipeba, São Sebastião (Cova da Onça), Moreré e Monte Alegre. Não há travessia para automóveis, o que mantem a preservação ambiental do lugar, a torna ainda mais agradável a estadia na localidade, e motiva a atividade do turismo ecológico.

No seu ambiente diverso há opções para todos os gostos, desde a densa floresta da Mata Atlântica, restinga, dunas, manguezais e praias paradisíacas com coqueirais e recifes, que transformam, as praias em lugares calmos e propícios para caminhadas e esportes náuticos. Nesses recifes existem uma grande variedade de corais, algas, peixes e moluscos.

Dicas de viagem

Como chegar – No terminal marítimo São Joaquim, em Salvador, pega um Ferry-boat que atravessa a Baía de Todos os Santos até Bom Despacho na Ilha de Itaparica. De Bom Despacho segue de ônibus até Valença.Quem viaja de carro, têm duas opções: pela BR 101 ou atravessar a Baía de Todos os Santos com o Ferry-boat até Bom Despacho e lá seguir até Valença. No porto saem lanchas e barcos para Boipeba. Outra opção é seguir até Torrinha, em Nilo Peçanha,e pegar de lanchas rápidas até a ilha.

Dinheiro – Reserve uma quantia para passar alguns dias no local, pois na ilha não existe nenhum banco ou caixa eletrônico.

Telefone e Internet – A ilha possui uma rede de telefone e internet e recebe o sinal de várias operadoras de celulares. Mas com certeza você não terá tempo para ficar plantado nas redes sociais.

Compras– Na Velha Boipeba têm vários supermercados, padarias e pequenas lojas de lembranças. O horário de funcionamento vai até 20h. Saúde – Na ilha há um pequeno Posto de Saúde na Praça Santo Antonio, aberto de segunda a sexta-feira de 8 a 12 e 14 às 17 horas. Há também uma farmácia no centro.

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