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Mergulho revela navios naufragadas há séculos

Publicado em: 25/07/2020
Por: Alex Ferraz


Quando se fala em mergulho para ver de perto embarcações seculares naufragadas, a primeira coisa que vem à mente é um alto mar revolto e cinzento, cheio de armadilhas. Mas não é nada disso, pelo menos em Salvador, mais precisamente em praias totalmente centrais como Porto e Farol da Barra, rodeadas de prédios, entre eles hotéis, restaurantes e bares.Ali, por exemplo,  turistas e baianos, com a ajuda de profissionais (são diversos, na região), praticam o mergulho sob o mar de profundo azul, de cuja superfície ainda se podem ouvir alguns ruídos da cidade.

A oito metros, ou, no máximo 30, de profundidade, pode-se ver relíquias como o Galeão Sacramento, que veio a pique em 1668. Nos seus destroços já foram encontrados armas e canhões de bronze e objetos de porcelana chinesa que hoje estão em diversos museus da Bahia e do Rio de Janeiro.

As condições climáticas são favoráveis praticamente durante todo o ano (à exceção de alguns dias de inverno) e a temperatura da água também.

Outras embarcações que podem ser vista no fundo do mar da Bahia, em Salvador, são, por exemplo, o Cavo Artemidi, este de naufrágio relativamente recente (afundou em 1987, após chocar com o Banco da Panela). Com 170 metros de comprimento, é a maior embarcação afundada na costa brasileira.

A apenas oito metros da superfície, no Faro da Barra, é possível encontrar os destroços dos navios Bretagne e Germania. A 22 metros, está o Queen, navio inglês naufragado no século XVII a dez milhas da costa.

Bem em frente à praia do Porto da Barra é possível encontrar instrutores profissionais de mergulho, indispensáveis para essa atividade. Eles mantêm algumas lojas no local, nas quais oferecem todo o equipamento necessário e treinamento.

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