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O carnaval passou, mas o verão continua na Bahia

Publicado em: 12/03/2020
Por: Adilson Fonsêca


O Carnaval passou mas a Bahia ainda tem muito mais festas e destinos incríveis para curtir nesse resto de verão, graças à sua beleza natural, cultura, culinária e muita história. A capital baiana, que somente no período do carnaval, recebeu mais de um milhão de visitantes, se soma às outras regiões turísticas do Estado que durante o ano todo, oferece aos turistas paisagens deslumbrantes e uma riqueza de tirar o fôlego.

Afinal foi aqui que tudo começou no Brasil e o Estado é privilegiado pela natureza, oferecendo aos visitantes 13 zonas turísticas diversas, desde o clima ameno das montanhas, na Chapada Diamantina, ao imenso litoral, o maior do Brasil, com 1.110 quilômetros de praias, ilhas, manguezais, baias e enseadas. Isso sem contar com as paisagens do sertão e do Vale do Rio São Francisco, e o clima de Cerrado, com nascentes de rios, cachoeiras e trilhas para os amantes do ecoturismo e esportes radicais.

Para quem quer aproveitar o tempo que ainda resta do verão, a Bahia oferece as mais variadas opções de visitas. A começa para capital, Salvador, que além das três orlas distintas – Atlântica, Baía de Todos os Santos e Cidade Baixa/Subúrbio – oferece atrações culturais e histórias no Centro Antigo, incluindo ai o Pelourinho, que remonta, nos seus casarios, o período antes e durante o Brasil Colonial. Ali estrão monumentos únicos, como a igreja do São Francisco, cujo interior é banhada a ouro, e o sincretismo religioso, que se manifesta na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Além é claro, da esplendorosa vista da Baía de Todos os Santos na sua amplitude.

Salvador ainda oferece um inigualável passeio pela Baía de Todos os Santos, com visitas a três grandes ilhas – Frades, Maré e Bom Jesus dos Passos. Na Ilha dos Frades está a primeira praia com Selo Azul Internacional, a de Nossa Senhora de Guadalupe. Em Maré as famosas rendas de bilro e o doce de banana na palha. E em Bom Jesus, o casario que remonta às antigas cidades interioranas.

Mais opções – Perto de Salvador, a melhor opção para quem não quer se deslocar a grandes distâncias, é o Litoral Norte. Seguindo pela Estrada do Coco/Linha Verde, se chega ao antigo Paraíso dos Hippies, a Praia de Arembepe. Um pouco mais adiante, próxima à foz do Rio Jacuípe, está a segunda praia na Bahia a obter o Selo Azul Internacional, a de Guarajuba, certificado obtido no ano passado.

Seguindo adiante pela Linha Verde, está a famosíssima e ecológica, berço das Tartarugas Marinhas, a Praia do Forte, um dos principais destinos turísticos no Brasil. Resorts de alto luxo e uma vila praiana inigualável fazem a delícia de turistas e baianos. E para quem gosta de aventuras, com dunas e imensos coqueirais, existem ainda as Lagoas de Baixios e a Praia de Mangue Seco, cenário da novela Tieta do Agreste.

Mais distantes – Falar da Península de Maraú, no Baixo Sul da Bahia, é sempre insuficiente para descrever a beleza da região. De Morro de São Paulo, Boipeba e Moreré, na região entre Valença e Cayru, à Baía de Camamu e de lá até Barra Grande, com as praias de Taipus de Fora e de Dentro, a região é conhecida como a Polinésia Brasileira.

Ainda no imenso litoral baiano, Itacaré, e com ela Ilhéus e Canavieiras, disputam as preferências dos amantes da Mata Atlântica e do surf. Porto Seguro, com Trancoso, Arraial da Ajuda e Caraíva, deixam quaisquer turistas com vontade de fixar residência no local. Mas na região, até a divisa com o Estado do Espírito Santos, as falésias, que assumem cores diferentes à cada pôr do sol, nas praias de Prado, Alcobaça, Caravelas e Mucuri. A região é também o berçário das baleias Jubarte.

No interior – E se quer dar um tempo ao sol e às praias, a Chapada Diamantina oferece lugares ideais para quem quer curtir a natureza. Rios, cachoeiras, trilhas, nascentes, compõem o cenário ideal para o ecoturismo. Do esporte radical de voo livre em Santa Terezinha, Milagres e Itatim, no Serttão limite com a Chapada, às trilhas dos antigos caminhos do garimpo de ouro e diamante em Mucugê, Lençois ou Rio de Contas. E tem ainda o Festival de Lençóis, um dos maiores a céu aberto no Brasil.

Por fim, o Vele do Jiquiriçá, já na fronteira entre o Recôncavo e o Semiárido, a pouco mais de 200 quilômetros da capital, oferece a riqueza da Mata Atlântica com a Caatinga. Ou o Vale do São Francisco, desde as dunas no encontro com Velho Chico com o Rio Grande, no município de Barra, às cavernas no Oeste Baiano. Oe Vale do São Francisco ainda tem a produção de uvas na região de Juazeiro, e o radicalismo dos esportes e das paisagens na região dos canyons, onde também está o Complexo Hidrelétrico da CHESF, em Paulo Afonso.

 

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