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Salvador 470 anos, uma metrópole cada vez mais “nova”

Publicado em: 10/02/2021
Por: Adilson Fonsêca


Colocar o pé em Salvador é como caminhar pela história. Saborear as iguarias da cozinha baiana, temperadas com os segredos de nossos irmãos africanos, é para guardar por muito tempo. Contemplar o mar da Bahia, seja do alto, de um dos muitos mirantes naturais, ou com os pés na areia, deixando que as águas mornas e mansas façam uma massagem natural, é para não esquecer jamais.

Mas se você pensa que é só isso, vai ter uma agradável surpresa. A capital do Brasil, que conmpleta em breve seus 470 anos, parece mais bela e renovada do que nunca. E tem sempre um segredinho para te revelar a cada vinda a esta encantadora e mágica cidade.

São opções que vão desde os seus mais de 56 quilômetros de praias, divididas entre a Orla Atlântica, a Baía de Todos os Santos, com a silhas de Frades, Maré e Bom jesus dos Passos, e a orla interna, que abrange a Península de Itapagipe e o Subúrbio Ferroviário, ao Centro Histórico, tombado como Patrimônio Mundial pela UNESCO, Salvador encanta baianos e turistas e se renova à cada ano.

Prédios como o secular da Câmara Municipal de Salvador, uma das mais antigas do Brasil, conservado pela atual gestão em seus mínimos detalhes para ser a casa do povo dessa que foi a primeira capital do Brasil. Na sua gastronomia, herança deixada pelos antigos escravos africanos, com a mistura dos povos indígenas e portugueses, a comida baiana é única no País, desde o acarajé, considerado Patrimônio Imaterial do Brasil, que é exportado para os demais estados, à farinha de mandioca do tipo “copioba”, ao jeito baiano de preparar iguarias, à diversidade da música.

Salvador é hoje um grande celeiro musical com artistas dos mais variados ritmos, que se expressam com m ais força no carnaval, considerado por aqui a maior festa popular do planeta, segundo o Guiness Book. De nomes como os Novos Baianos, e com eles Gil, Caetano, Gal e Bethânia, à geração da Axé Music, e hoje com o pagode funk, o arrocha e o sertanejo, todos com uma pitada própria do jeito baiano de ser e de se expressar.

Na sua história, cujo marco maior se expressa nas ruas, becos e ladeiras do Pelourinho, a arquitetura, a religiosidade e o misticismo, criaram o sincretismo, que permite a convivência harmoniosa com todas as formas de expressões, como se vê nas festas religiosas, como a Lavagem do Bonfim, ou em celebrações, como as missas nas igrejas de São Roque/São Lázaro e Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

Completar 471 anos e manter o mesmo fôlego inovador, faz de Salvador o destino dos turistas no Brasil e de vários países do mundo. Para quem está na cidade, curtindo o que ainda sobrou do verão, a programação tem sempre festa e agito para todos os gostos.

 

 

 

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