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Todos os cuidados tomados na Chapada para lhe receber com segurança

Publicado em: 05/12/2020
Por: Adilson Fonsêca


Com a nova realidade, motivada pela pandemia do coronavírus (Covid-19) não basta apenas fazer turismo e conhecer novos lugares, é preciso que a atividade do turismo seja feita com toda segurança, para que o visitante possa se sentir tranquilo e desfrute com conforto e garantias as belezas dos lugares que visita. E é o que fazem os municípios que compõem a Chapada Diamantina, onde as normas sanitárias vem sendo aplicadas com rigor.

A região da Chapada Diamantina é considerada uma das mais completas para o turismo de aventura e de contemplação, graças à sua biodiversidade, onde se misturam parte do ecossistema Mata Atlântica com o Semiárido, dentro de um clima de montanha, e onde se descortinam profundos vales e canyons, e as principais nascentes dos rios que cortam o Estado da Bahia.

Por isso mesmo a região oferece uma espécie de mergulho em um ambiente de paz e contato com tudo que a natureza possui de mais bonito oferece. São trilhas que levam a lugares encantadores, mas que também contam a história do período auge do garimpo de outo e diamantes. São vilas, como Igatu, e vales profundos e belos, como o Paty e Capão, além de cidades históricas, como Lençóis e Mucugê, além de uma cultura rica em tradição. Grutas, cachoeiras, rios e montanhas completam o cenário.

Com os novos procedimentos de biossegurança por causa da pandemia do coronavírus, os turistas em viagem à Chapada Diamantina encontram serviços adaptados à realidade atual da pandemia da Covid-19. Os municípios de Lençóis e Mucugê, os mais procurados na região, além de Morro do Chapéu e Rio de Contas, foram os primeiros e a adotarem procedimentos rigorosos de controle sanitário, estendido a vilarejos e locais de maior visitação.

Os protocolos contemplam os segmentos de hospedagem, alimentação, agências de receptivo, atrativos e transportes turísticos, acampamentos e guias/condutores e foram elaborados de forma a abranger os vários segmentos do turismo na Chapada Diamantina. No coração da Bahia, a zona turística é um dos principais destinos do estado e tem se tornado ainda mais especial neste momento por proporcionar ricas experiências ao ar livre, em contato com a natureza, evitando aglomerações. Há também diversos atrativos históricos, culturais e gastronômicos.

Retomada – Ao todo, 34 municípios turísticos integram a região da Chapada Diamantina. Os primeiros a se adequar aos novos protocolos foram Lençóis e Mucugê. Os feriados prolongados de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e Finados (2 de novembro) funcionaram como termômetro para o turismo nos municípios. No caso de Lençóis, de acordo com informações da Secretaria Municipal de Turismo, os dois feriadões atraíram turistas que ocuparam 60% dos leitos disponíveis – 50% da rede hoteleira, no momento.

Já em Mucugê, o feriado de 12 de outubro teve 100% de ocupação dos leitos disponibilizados. Com a abertura total dos meios de hospedagem no município, no último feriado, as pousadas registraram índices de 40% a 100%, segundo o Conselho Municipal de Turismo (Comtur).

Outros municípios estão se adaptando para a retomada gradativa das atividades de forma a garantir a segurança de turistas e população local, fazendo ajustes e fiscalizações para a liberação do turismo. Um exemplo é Palmeiras, onde está localizado o Vale do Capão, que tem feito vistorias nos empreendimentos e prevê reabertura no próximo dia 20 de novembro.

Os meios de hospedagens passaramu por adaptações desde a demarcação de espaços, disponibilização de álcool gel e cumprimento de prazo mínimo de 24 horas para ocupação dos quartos por outros hóspedes, até uma nova forma de oferecer o café da manhã: “Testamos algumas alternativas e a que o nosso público mais se adaptou foi a escolha dos itens no salão e recebimento dos alimentos em cada mesa”.



Diferenciais
– Os protocolos desenvolvidos para a Chapada Diamantina contam com uma série de diferenciais, tendo em vista as especificidades de cada atividade. As práticas aquáticas, cicloturismo, observação da vida silvestre, rapel e espeleoturismo (visitação a cavernas), por exemplo, implicam em cuidados especiais como o não compartilhamento de máquinas fotográficas, uso de cajados para apoio durante caminhadas e escaladas, produtos especiais para desinfecção de objetos como binóculos e limpeza de utensílios alugados. As orientações incluem ainda cuidados para o contato com as comunidades tradicionais, a fim de evitar o aumento da disseminação do novo coronavírus.

***A Chapada Diamantina é composta por 24 municípios, sendo os principais Lençóis, Morro do Chapéu, Mucugê e Rio de Contas. Para conhecer a região, fora dos limites urbanos de cada cidade, torna-se indispensável contratar um profissional qualificado para acompanhar durante a visita, principalmente se for para o Parque Nacional da Chapada Diamantina, cuja extensão é de aproximadamente 150.000 hectares, e onde estão diversas trilhas, vales, cachoeiras e nascentes de rios.

Diversas empresas oferecem os mais diversos passeios e atividades que a Chapada Diamantina tem para oferecer, por isso é muito importante que o turista busque as que zelam pela sua segurança, empresas que trabalham dentro das normas obrigatórias de segurança são capacitadas para reconhecer e minimizar os ricos. É fundamental saber se a empresa que vai prestar os serviços está operando dentro da norma ABNT 21.101, que é regulamento que define os requisitos de Sistema de Gestão de Segurança para o turismo de aventura.

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