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Ilha de Bom Jesus, um pedaço do paraíso

Publicado em: 18/10/2020
Por: Adilson Fonsêca


Que tal embarcar no túnel do tempo, descer numa ilha quase virgem, caminhar por algumas ruas de chão batido e… contemplar o mar. Abrir o apetite com um petisco ali mesmo na praia, tomar uma cervejinha gelada e relaxar.

Nosso passeio hoje é para a Ilha de Bom Jesus, uma extensão do município de Salvador, uma das três ilhas que mantém esse vínculo e ganha destaque pela sua forte religiosidade e por seus costumes variados.

Aqui o tempo parou. O relógio parece esquecido. Os seus cerca de três mil habitantes vivem a malemolência de uma rotina pacata, sem cobranças ou compromissos. Compromisso, aliás, mantém um: a tradição de 254 anos da festa do Padroeiro do mesmo nome, sempre no mês de janeiro.

Das 56 ilhas da Baia de Todos os Santos, a de Bom Jesus dos Passos é uma das menores dentre aquelas que são habitadas. Com uma população basicamente descendente de portugueses, a rotina diária envolve a agricultura familiar, a pesca (peixes e mariscos) e o turismo, ainda pouco explorado e que por isso mesmo, encanta a quem a visita.

Entre manguezais e pequenas praias, com floresta densa, é quase que um paraíso para quem quer fugir do agito das cidades. O mar, de um vasto azul e águas calmas, é ideal para pesca e para a prática de esportes náuticos. Pontinha e Ponta do Padre são as praias mais procuradas para banho. A ilha também dispõe de uma ampla área para camping.

História – Antes conhecida como Pataíba Assú ou madeira da palmeira pati, a Ilha de Bom Jesus dos Passos era habitada por índios tupinambás e recebeu seu nome atual em 1776, quando o Dr. André de Carvalho construiu a igreja, que lhe oferece uma das mais bucólicas paisagens da Baía de Todos os Santos. Chegou a ser ocupada pelos holandeses, no século XV, que por lá deixaram muitos dos descendentes atuais.

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