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Uma caminhada pela história da Independência da Bahia

Publicado em: 24/06/2017
Por: Adilson Fonsêca


São pouco mais de três quilômetros, do Largo da Lapinha até o Terreiro de Jesus, passando pelo Santo Antonio, Carmo e Largo do Pelourinho, todas áreas do Centro Histórico de Salvador. Um verdadeiro passeio cívico pela história da Bahia e a sua luta pela emancipação do do português em 1822.
Mas uma caminhada cheia de civismo e cujas marcas da história são mostradas nas casas tombadas pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e nos monumentos como o Convento do Carmo, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, e o próprio Largo da Lapinha, onde as figuras simbólicas do caboclo e da cabocla simbolizam o papel do negro e do índio na luta pela Independência da Bahia.


A Independência da Bahia foi um movimento que, iniciado em 19 de fevereiro de 1822, teve o seu desfecho em 2 de julho de 1823, motivado pelo sentimento federalista emancipador de seu povo, que culminou com a inserção da então província da Bahia na unidade nacional brasileira, durante a Guerra da Independência do Brasil.
Na Bahia a luta pela Independência veio antes da brasileira, e só concretizou-se quase um ano depois do 7 de setembro de 1822: ao contrário da pacífica proclamação às margens do riacho Ipiranga, na Bahia, a consolidação da independência só veio ao custo de milhares de vidas e acirradas batalhas entre brasileiros e portugueses. Aqui lutaram brancos, negros e índios de Salvador e cidades do Recôncavo e Sertão baiano,.
E é essa miscigenação de povos e cultura que é representada no Dois de Julho, no Desfile Cívico, cujo trajeto foi o mesmo feito pelas tropas vencedoras, que depois de virem do distante bairro de Pirajá, adentráramos antigos portões da Cidade do Salvador a partir da Lapinha até chegaram ao coração da cidade, no Centro Histórico;.

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