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Bahia cultua Joana Angélica, mártir pela Independência

Publicado em: 01/07/2019
Por: Alex Ferraz


Em cada canto dessa quadricentenária cidade de Salvador se respira história. História de lutas, conquistas, de bravura e heroísmo. Poucas, porém se comparam a dessa mulher, ainda mais quando se comemora o 2 de Julho, Independência da Bahia, pela qual ela deu sua vida.

Uma freira, que não se intimidou com as baionetas dos soldados portugueses. E foi varada por uma delas que tombou em defesa da pátria e dos seus ideais.

Conta a história que, em 19 de fevereiro de 1822, a religiosa deparou-se com soldados das tropas portuguesas, que insistiam e tentar manter o jugo sobre o Brasil, tentando invadir o secular convento da Lapa.

Sem uma arma sequer, ela simbolizou sua resistência abrindo os  braços para impedir a entrada dos soldados no Convento da Lapa e friamente foi transpaçada por uma baioneta.

Seu ato de bravura e heroísmo só inspirou nossos soldados na luta em defesa de nossa liberdade e a brava Joana Angélica acabou se tornando um símbolo e a primeira mártir da Independência na Bahia.

Construção secular, no estilo colonial, o convento permanece intacto, e muito bem conservado, até hoje, em pleno centro da cidade, na Avenida Joana Angélica, entre a Praça da Piedade e o Campo da Pólvora e merece ser visitado.

Atualmente, funciona em parte das suas dependências o campus de uma universidade privada. Porém, há rico acervo em obras e a própria arquitetura para serem observados pelos visitantes.

É importante monumento artístico, religioso e arquitetônico, sendo ainda o segundo mais antigo convento feminino fundado no País.

O mais antigo é o Convento de Santa Clara do Desterro, que fica a cerca de 400 metros da Lapa, e onde as freiras fabricam famosos e deliciosos licores, que podem ser apreciados notadamente no período das festas juninas.

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