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Descubra os encantos de Salvador em um tour por conta própria

Publicado em: 06/08/2019
Por: Adilson Fonsêca


 

Pronto, você já está em Salvador… ou prestes a chegar. Quer conhecer os encantos dessa terra mágica e aproveitar o tempo que dispõe para ir a lugares inimagináveis. O tempo é curto, e você não quer ficar atrelado apenas aos guias, ou fazer um tour com grupos numerosos. Quer ir apenas com os amigos ou com a família. Então, que tal seguir alguns roteiros fáceis de deslumbrantes.

O primeiro passo, se você está hospedado na região do Centro Antigo (Campo Grande, Vitória, Rua Chile ou mesmo no Centro Histórico). Depois de um bom café, uma bermuda, um par de tênis, camiseta, boné e a máquina fotográfica…e tempo. Isso mesmo. Esqueça o relógio e não apenas aprecie a paisagem, mas as pessoas, o jeito baiano de ser. E isso você vai encontrar em cada recanto que visitar.

Comece pelo próprio Centro Histórico. Prefira utilizar o transporte público, taxi ou os aplicativos como Uber. Desça na Praça Municipal e ali mesmo vai ter o primeiro impacto: a bela vista e única da Baía de todos os Santos, do alto do Elevador Lacerda. Em primeiro plano, o Forte São Marcelo, de forma circular e bem no meio da baía, entre o Porto de Salvador e o Mercado Modelo. Dá para ver a Ilha de Itaparica, apenas a 15 quilômetros de distância. Quando tiver um tempo, no dia seguinte, pode ser, pegue uma lancha no terminal Náutico e vá conhecer Mar Grande ou a própria cidade de Itaparica, onde vive i pó escritor João Ubaldo Ribeiro.

Mas passada a primeira impressão, impactante., volte os olhos para o casario histórico. Ali mesmo, ao seu lado, está o Palácio Rio Branco e do outro lado, a Câmara dos Vereadores, primeira cadeia pública brasileira. São do tempo do Brasil Colonial. Ande em direção à Praça da Sé. Mas antes de seguir para o terreiro de Jesus e Pelourinho, passe na pequena pracinha onde fica o monumento da Cruz Caída. Dali, dá para se ter outrra visão da Baía de Todos os Santos.

O Centro Histórico – O Terreiro de Jesus é a porta de entrada para o Pelourinho. Portanto não se espante ao se deparar com uma roída de capoeira ou com uma baiana ricamente trajada te oferecendo contas, colares ou simplesmente querendo tirar uma foto com a família e amigos. No Terreiro está a Catedral Basílica, a Igreja de São, e as igrejas irmãs de São Francisco, cujo interior é banhado a ouro, e a da Ordem terceira de São Francisco, cuja fachada é única no Brasil, com seus desenhos feitos em alto relevo.

Em qualquer uma das ladeiras à frente, vão te levar ao Largo do Pelourinho e nesses caminhos, será comum ouvir o som dos tambores e dos atabaques. É que nessa área está as sedes do Olodum, da Banda Didá e do Afoxé Filhos de Gandhy, as principais estrelas do carnaval afro de Salvador. Barezinhos, ateliês, artistas que pintam nas esquinas, lojas de artigos religiosos, afros, históricos. O Museu Jorge Amado, está ao fundo, defronte à Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, onde a depender do horário, terá missa ao som de atabaques e com baianas tipicamente trajadas.

Almoço – Você escolhe. Pode continuar o roteiro e subir a Ladeira do |Carmo em direção ao Santo Antonio, bairro anexo ao próprio Pelourinho, ficar por ali mesmo e escolher qualquer um dos restaurantes de comidas típicas e internacional, ou fazer o retorno até o Elevador Lacerda , construído em 1873, e descer até a Praça Cayru, na Cidade Baixa. O percurso é de menos de um minuto, numa descida de 72 metros.

Na parte baixa, uma outra cidade. Muito burburinho – ali era o antigo porto, alfândega e trajeto de quem chegava de navio e queria ir para a Cidade Alta. Por isso mesmo atravesse a rua e vá para o Mercado Modelo, o maior centro de cultura e artesanal da Bahia e um dos maiores do país. Antiga sede da Alfândega, os três andares todos em madeira, oferece uma variedade e riqueza de produtos artesanais e onde se encontra facilmente as famosas “lembranças da Bahia”.

Percorre os corredores e não se esqueça de passar no andar térreo para apreciar uma legítima roda de capoeira. Ali mesmo, se quiser, aprecie uma batida de frutas da época, limão de preferência, saboreando tira gostos como a petitinga frita, o bolinho de carne seca ou bacalhau, e a lambreta, uma espécie de ostra muito comum no Recôncavo baiano. Subindo até o último andar, escolha o Maria de São Pedro ou Camafeu de Oxóssi para almoçar uma legítima moqueca de peixe baiana, com azeite de dendê, leite de coco e pimenta.

Depois de tudo isso, principalmente do farto almoço.; aquela moleza e a vontade de descansar. Então retorne ao Elevador Lacerda para a subida para a Cidade. mas antes de pegar o taxi, o Uber ou ônibus, dê uma parada na Sorveteira Cubana, uma das mais antigas, ao lado do Elevador Lacerda, e enquanto toma um sorvete ou Milk Shake, debruçado na amurada, aprecie o por do sol inigualável da Baía de Todos os Santos.

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