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Uma curtida diferente das praias de Salvador

Publicado em: 04/01/2021
Por: Adilson Fonsêca


 

Em Salvador, como em todo o mundo, a pandemia do Coronavírus ainda vige entre nós, e por isso mesmo todas as medidas restritivas de segurança sanitárias devem ser implementadas e exercidas por todos. Mas nem por isso as belezas naturais deixaram de ser apreciadas, agora sob um olhar diferente, mas com o mesmo entusiasmo de quem visita a capital baiana e quer desfrutar de seus atrativos. A praia está entre as principais atrações e, convidativas o ano todo, também seguem regras sanitárias.

Com a pandemia, muitas das atividades turísticas se tornaram proibitivas, como forma de se evitar aglomerações. Tem sido assim em todo o mundo e em Salvador, cidade verão, não seria diferente. Com mais de 60 quilômetros de litoral, divididos em três cenários diferentes – Orla Atlântica, da Baía de Todos os Santos e do Subúrbio Ferroviário -, há sempre o risco de aglomerações nos finais de semana.

As restrições importas pela pandemia continuam. mas apenas nos domingos e feriados. Portanto, por que não aproveitar os demais dias da semana, quando a frequência é menor e os riscos de aglomerações deixam de existir, e aproveitar o que Salvador tem de melhor? Os protocolos de segurança sanitárias, se respeitados, não impedem que os baianos e turistas desfrutem dos 64 quilômetros de praias da capital baiana ao longo da semana. Salvador. Para tanto, desde 02 de janeiro, a prefeitura liberou o acesso a esses locais, dentro dessas medidas de segurança.

As principais praias como Porto da Barra, São Tomé de Paripe, Tubarão, Ribeira, Amaralina e Itapuã, por exemplo, estão liberadas de terça-feira a sábado (exceto feriados) e sem restrição de horário. Já as demais praias da cidade, que incluem Piatã, Boa Viagem e Farol, da Barra, entre outras, estão liberadas de segunda a sábado, também com exceção de feriados e sem restrição de horário. Em todas, contudo, devem ser respeitados os protocolos de segurança sanitária, como o distanciamento de 1,5 metro entre as pessoas e a obrigatoriedade do uso de máscaras fora do mar. Já dentro d’água, o distanciamento deve ser de 2 metros.

Como fazer

Em algumas praias, como Piatã, onde a frequência de famílias é mkais acentuada, os barraqueiros adotaram os procedimentos de segurança sanitária que vêm sendo obedecidos por todos. Mesas e sobreiros obedecem a um distanciamento regular e com número limitados de cadeiras, que frequentemente são higienizadas com álcool gel, e todos os vendedores, incluindo ai os ambulantes, trabalham com o uso de máscaras.

Nos serviços “a la carte”, baianas do acarajé cuidam de oferecer os pratos com os tradicionais bolinhos, peixe feito ou outras iguarias típicas de Salvador, cobertos com laminas plásticas, e copos e talheres plásticos vem revestidos em guardanapos, para evitar o máximo o contágio com o coronavírus.

Para quem costuma sair das praias e ir direto almoçar em um dos inúmeros restaurantes ao longo da orla marítima de Salvador, a obediência aos protocolos sanitários é a mesma: ninguém adentra aos estabelecimentos sem antes se submeter à medição de temperatura e higienização das mãos com álcool gel. E o mais import6ante: não há proximidades entre as mesas e muito menos quantidades excessivas de cadeiras por mesas.

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